Riscos e Rabiscos:

Lendo a Cidade

"Uma cidade fala conosco. Já pensou nisso? Fala e se comunica por várias linguagens. Uma delas é a linguagem das letras. As letras que estão nas ruas, nos bueiros das calçadas, nos letreiros, essa que você lê agora."

Curadoria Leonel Kaz

Expografia Daniela Thomas e Felipe Tassara

Uma cidade fala conosco.  

 

Já pensou nisso? Fala e se comunica por várias linguagens. Uma delas é a linguagem das letras. As letras que estão nas ruas, nos bueiros das calçadas, nos letreiros, essa que você lê agora.

 

Todos procuramos nos comunicar por meio destes fascinantes códigos escritos pela história: os alfabetos e os números. O mundo inteiro se articula e existe, convive e produz, ama e cria com palavras. 

 

São duas grandes histórias que se encontram aqui. A clássica, que mostra desde quando o primeiro homem começou a desenhar riscos e rabiscos em cavernas. Criou escritas, hieróglifos e alfabetos. A outra, que se faz história no dia-a-dia, é a contemporânea. A que mostra como São Paulo está sendo capaz de criar uma linguagem tipográfica própria com grafites, giz, lambe-lambes, carimbos, caligrafia, o pixo em néon. 

 

E mostra ainda, em interatividade e fotos de época e de hoje, como as letras — substantivo feminino —, com seus contornos e arestas, são, definitivamente, belas. 

 

A tipografia urbana paulistana é singular, fala conosco. Agora, fale com ela. Comece aqui, agora... 

 

lendo a cidade.

Leonel Kaz

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